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Introdução: A análise acurada dos dados, oriundos do processo de territorialização, da área de abrangência de uma Unidade Saúde da Família permite o conhecimento de indicadores de saúde e dos fatores implicados no processo saúde-doença. Objetivos: Avaliar o perfil sociodemográfico e epidemiológico da população adscrita de uma Unidade de Saúde da Família em Recife/PE. Metodologia: Estudo transversal de análise descritiva, provenientes de cadastros individuais e domiciliares, realizado em novembro e dezembro de 2017 e janeiro de 2018 Foram analisadas as variáveis relativas a caracterização da população da área. Aspectos éticos: O estudo atendeu às determinações da Declaração de Helsinque e nos termos da Resolução nº466/CNS/2012. Resultados: A população contém 2.111 indivíduos, a maioria do sexo feminino, distribuidos na faixa etária entre 30 a 44 anos, com ensino médio representando o nível mais elevado de escolaridade e 26%(557) estão fora do mercado de trabalho formal. As doenças crônicas mais prevalentes foram a hipertensão acomentendo 22,6%(477) dos indivíduos e a diabetes com 9,4%(198), agravos considerados pela equipe de saúde como os dois maiores problemas. Conclusão: O elevado percentual de “não informado”, registrado em todos os itens do sistema de informação da estratégia de saúde da família, o E-SUS, chama mais atenção e representa um fator de preocupação. Um desafio para equipe da unidade de saúde, evidenciando que a precariedade das informações compromete a qualidade do planejamento e da análise da situação de saúde da população sob sua responsabilidade.